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O compromisso da Plaenge com o legado arquitetônico de Londrina

A arquitetura de Londrina sempre avançou em ciclos. Das primeiras construções em Art Déco, que marcaram o início da urbanização, aos edifícios modernist...

O compromisso da Plaenge com o legado arquitetônico de Londrina
O compromisso da Plaenge com o legado arquitetônico de Londrina (Foto: Reprodução)

A arquitetura de Londrina sempre avançou em ciclos. Das primeiras construções em Art Déco, que marcaram o início da urbanização, aos edifícios modernistas do período áureo do café, a cidade sempre foi um terreno fértil para projetos que desafiam o padrão. É dentro dessa trajetória que a Plaenge escolhe atuar. Não por obrigação, mas por convicção. Uma responsabilidade assumida pela própria marca: a de contribuir ativamente para a cidade por meio de empreendimentos que dialogam com o tempo, a paisagem e a memória urbana, utilizando a arquitetura autoral como ferramenta de permanência. Como a única construtora da região a conquistar prêmios internacionais em arquitetura, a empresa consolida um modelo que une a escala de produção e a solidez da maior construtora de capital fechado do país à singularidade de projetos esculpidos individualmente. Esse equilíbrio é o que permite à marca entregar edifícios que se tornam marcos visuais e que acompanham o passar do tempo, como é o caso de Artesano, novo ícone arquitetônico da cidade. Estratégia e identidade Em Londrina, o alto padrão da Plaenge alcançou um lugar próprio. Um estágio de maturidade que se trata da coerência entre visão, critério e consistência. Os projetos nascem de escolhas conscientes, em que cada autor cumpre um papel específico, seja na arquitetura, nos interiores, no paisagismo ou no luminotécnico. Nada é tratado como complemento, tudo faz parte de uma mesma intenção. Há mais de cinco anos, decidimos romper com a massificação e desenvolver empreendimentos de alto padrão com identidades diferenciadas. Rodolfo Sugeta, superintendente regional Plaenge. Divulgação/Plaenge Essa forma de pensar está desde a escolha do terreno até a relação do edifício com a cidade. A engenharia e o paisagismo deixam de ser apenas soluções técnicas e passam a atuar como instrumentos para qualificar o espaço urbano e as experiências que ali irão acontecer. "Sempre que adquirimos um novo terreno, sabemos que há uma história que precisa ser honrada", afirma Sugeta. “O foco está em criar ambientes que sejam lembrados por proporcionarem qualidade de vida e por serem referências de boa arquitetura para quem vive e para quem transita pela cidade”, complementa. Artesano. Divulgação/Fellipe Lima Mesmo quando isso exige mais tempo, mais curadoria ou um investimento maior, a decisão é clara, porque o valor está no resultado vivido. A experiência deixa de ser ideia e se torna cotidiano. É o contato com a natureza, a atmosfera dos espaços, o cuidado com o detalhe, a sensação de conforto que atravessa o tempo. Uma forma de viver que, até pouco tempo, era referência distante, hoje é realidade nos empreendimentos da marca. Rodolfo Sugeta relembra que a visão do fundador da Plaenge sempre foi clara. Ele sempre disse que chegaria o momento em que ultrapassariamos o patamar do alto padrão comum do mercado, ao nos diferenciarmos de forma consistente da concorrência. Esse avanço se concretizou quando a construtora passou a orientar suas decisões por uma arquitetura de muita qualidade, entendida não apenas como estética, mas como valor, propósito e identidade em cada projeto. Entregar o melhor de cada projeto passou a ser princípio. O que permanece é a qualidade do espaço vivido e a maneira como a arquitetura transforma o dia a dia. Por isso, os empreendimentos da Plaenge se tornam referências. E assim se constrói um legado.