Greve afeta transporte público em Foz do Iguaçu; sindicato fala em 50% da frota parada
Paralisação de ônibus afeta o transporte coletivo em Foz do Iguaçu A greve dos motoristas de ônibus de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, afeta cerca de ...
Paralisação de ônibus afeta o transporte coletivo em Foz do Iguaçu A greve dos motoristas de ônibus de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, afeta cerca de 50% do transporte coletivo nesta segunda-feira (27), segundo o Sindicato do Transporte Rodoviário de Foz do Iguaçu (Sitrofi). A paralisação foi motivada, segundo o sindicato, por um impasse nas negociações entre a categoria e a empresa responsável pelo serviço. Segundo o sindicato, apenas 33% da frota seguirá em operação, o mínimo exigido por lei para serviços essenciais. Eles afirmam que cerca de 40 mil pessoas utilizam o transporte público na cidade diariamente. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp Em nota, a Viação Santa Clara (Visac), responsável pelo transporte público de Foz do Iguaçu, informou que cumpre integralmente as obrigações previstas nos acordos coletivos e que as negociações para o novo contrato começaram em fevereiro. A empresa afirmou que o município apresentou proposta de reajuste de 5%, mas que ainda está em discussão o repasse para garantir o pagamento do adicional de cobrança. A Visac também destacou que, desde 2023, mantém o pagamento desse adicional aos trabalhadores, mesmo sem o repasse do município, e afirmou que segue negociando para evitar a paralisação e reduzir os impactos à população. A prefeitura não se manifestou até a última atualização desta matéria. Cerca de 50% dos ônibus estão parados, diz sindicato RPC Foz do Iguaçu Paralisação começou 7h Durante a manhã, alguns ônibus circularam normalmente entre bairros e o centro. No entanto, à medida que os veículos chegaram ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), a partir das 7h, o serviço foi sendo interrompido. A retomada das atividades ao longo do dia depende de decisão em assembleia da categoria. A paralisação acontece após o fim do acordo coletivo de trabalho, encerrado em 12 de março, sem renovação. De acordo com os trabalhadores, a empresa deixou de pagar benefícios como vale-alimentação, cesta básica e um adicional para motoristas que acumulam a função de cobrança de passagens. “Desde março, a empresa deixou de pagar o vale-alimentação e a cesta básica. Diante disso, os trabalhadores deliberaram pela greve, por tempo indeterminado. Então, a gente aguarda que a empresa venha com uma proposta que agrade a categoria pra gente suspender o movimento e firmar o acordo coletivo", disse Rodrigo Andrade de souza, presidente do Sitrofi. A principal reivindicação da categoria é a manutenção dos benefícios e do adicional pago aos motoristas que realizam a cobrança de passagens em dinheiro. Os trabalhadores também cobram o reajuste salarial de pelo menos 5%, percentual que, segundo o sindicato, foi aceito pelos trabalhadores. Leia também: Feminicídio: Jovem de 17 anos é morta a facadas pelo ex-companheiro enquanto caminhava com bebê no colo Tragédia: Caminhão cai em represa no Paraná, motorista consegue sair, volta à água para tentar salvar a filha e desaparece Pesquisa Quaest: Moro tem 35%, Requião Filho 18% e Greca 15% VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.